domingo, 23 de novembro de 2008

Mudam os tempos, mudam os discursos

O nosso querido Mário, nos tempos em que ele dizia ao povo para acreditar nas balelas da igualdade e de uma sociedade sem classes.
Este Mário é o Mário de hoje, ele próprio de uma classe à parte, com muitos privilégios e sem pudores ou arrependimento.
Não foi o único a converter-se ao capitalismo liberal, à engorda acelerada e ao discurso bacoco subordinado ao tema da economia e da finança.
Está gordo e anafado. E já não diz nada que entusiasme.

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